História do Vinho

   O cultivo da videira e a elaboração do vinho remonta a mais alta antiguidade. As viníferas tiveram origem na Ásia menor, mas especialmente entre a Pérsia e a Armênia, de onde se propagaram para o Egito.

   As inscrições encontradas nas tumbas egípcias nos dão certeza que este povo cultivava a videira uns 8.000 a 10.000 anos de nossa era.

   Do Egito a viticultura propagou-se para o norte da África, Grécia, Itália, França e Espanha.

   Por seu poder inebriante o vinho sempre esteve associado a divindades e ao sobrenatural e, logicamente, envolvido em lendas.

   Dos costumes Cartagineses e romanos e citados pela própria bíblia, o vinho passou a fazer parte da vida do homem.

   Devido a natureza seguir de rumo espontaneamente originou a fermentação dos frutos, seguido assim o vinho.

   Tido como um alimento, uma vez que era a forma de conservar a uva, preciosa comida da época, portanto a mais antiga bebida após a água.

   Em 1857 os memoráveis estudos de Pasteur davam a explicação cientifica da fermentação alcoólica do envelhecimento dos vinhos e de suas enfermidades abrindo uma luz para os primeiros processos enologicos.

O inicio do cultivo da parreira no Brasil data de 1532 na capitania de São Vicente, introduzido por Martin Afonso de Souza que trouxe as primeiras mudas da Europa.

No Rio Grande do Sul data de 1875, com a chegada dos primeiros imigrantes italianos, principalmente na terra Gaucha.

Dos tempos de nossos ancestrais aos dias em que vivemos certamente vai uma gigantesca distancia. Porém se analisarmos a agia que essa nobre bebida exerce sobre as pessoas, não encontra muitas diferenças.